A actividade foi realizada por
alguns dos professores colaboradores da biblioteca; a saber: Telmo Bártolo,
Senhorinha Pires, Anabela Simões, Odete Figueiredo, Glória Sousa e Sérgio
Queirós e ainda a encarregada de educação, Fátima Morais, que se deslocaram ao
Centro Escolar , para contar histórias e representar uma pequena peça teatral
para os alunos do pré-escolar e 1º ciclo.
Para o mesmo fim, também esteve a assistente operacional da biblioteca,
Glória Teixeira e três alunas: Catarina Rodrigues e Micaela Ferreira, monitoras
da biblioteca, e Mariana Mota, todas da turma do 9º C que, juntamente com a
professora Anabela Simões fizeram uma representação teatral da história: ”Onde
é que está o gatinho? “Na peça, a personagem principal foi representada pela
Marguerite, uma gata muito meiguinha, que satisfez a curiosidade e fez as
delícias dos mais pequeninos, neste caso, dos alunos do pré-escolar, sala 2.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Livros de Mão em Mão
Entre os dias 21 e 25 de outubro,
a biblioteca levou a cabo a actividade: “leituras partilhadas”, no âmbito da
Semana da Educação, comemorando assim o Mês Internacional das Bibliotecas
Escolares.
Dia Europeu das Línguas
A Biblioteca Escolar da Escola Básica de Arco de
Baúlhe comemorou o Dia Europeu das Línguas, nos dias 30 de setembro e 1 de
outubro, em parceria com o grupo de Inglês.
O Dia Europeu das Línguas é comemorado desde 2001,
a 26 de setembro, por iniciativa do Conselho da Europa, com o objetivo de
celebrar a diversidade das línguas e das culturas existentes no espaço europeu.
Os alunos dos 7º e 9º anos foram convidados a ir à
biblioteca visitar uma exposição que dava a conhecer a gastronomia, os
símbolos, a música e a literatura típicas de Inglaterra, França e Portugal.
Além da visita à exposição guiada pelos professores
presentes no local, os alunos do 7º ano desenvolveram várias atividades, como
por exemplo identificar nomes de monumentos existentes nos mapas dos respetivos
países e distribuir corretamente pequenas bandeiras pelos diferentes países
europeus. Os alunos do 9º ano fizeram a tradução para as três línguas de
provérbios com sentidos (mensagens) semelhantes.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
LIVRO RECOMENDADO - 17/5 a 03/6 de 2013
Agrupamento de Escolas de
Cabeceiras de Basto
Escola Básica de Arco de
Baúlhe
Proposta de leitura para a quinzena de 17 de maio a 03 de junho
As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis:
Para quem ama boas
histórias
Há muitos anos, fiz algo de que me
orgulho muito e de que me não orgulho coisa nenhuma: roubei um livro. Eu sei
que roubar é feio, que roubar é errado, que roubar é indigno. Nem a desculpa
de, à época, eu ter apenas uns oito ou nove anos, é desculpa que se diga. Mas o
livro chamava-se As Pupilas do Senhor
Reitor, tinha uma capa bonita que sugeria histórias interessantes, ricas,
coloridas, aquele quiosque da Rua da Sofia (em Coimbra) era pouco vigiado – e
eu, enfim, Deus me perdoe, roubei aquele romance.
A proeza custou-me, nem dez minutos
depois, um valente tabefe da minha mãe e a ameaça de que, em regressando à
baixa coimbrinha, haveria de devolver o livro, sofrendo a vergonha provável das
testemunhas que ali houvesse. Nunca o devolvi. Fiquei, digamos assim, em
dívida.
O tempo, paciente, passou.
Li esse livro roubado com o prazer
que só as experiências mais lindas e queridas podem provocar. Descobri que
Júlio Dinis era (e é) um dos melhores contadores de histórias da nossa
literatura. Não do século XIX, atenção. De sempre!
Fiquei tão apaixonado pela sua
prosa que, à medida que tinha dinheiro e oportunidade, dei por mim a comprar
tudo quanto o autor escrevera. E que pena foi ele ter morrido tão jovem (com
cerca de 30 anos) – tanto que decerto ainda teria escrito, para eu ler, para nós
lermos!
Sabei que o primeiro romance que
Júlio Dinis escreveu não foi As Pupilas
do Senhor Reitor. Foi um outro intitulado Uma Família Inglesa. Mas ele quis publicar, em primeiro lugar, As
Pupilas. Teve, digo eu, a clara noção de que, no panorama literário português,
era com esse romance que impressionaria o público leitor. Tratou-se, digamos
assim, de um “cartão de visita” que fabricou e apresentou ao seu mundo, à sua
época. Algo como isto: “Olá. Chamo-me
Júlio Dinis. Escrevo assim… Gostam?”
No romance, a história fundamental
passa-se no campo (talvez na região do Minho). Tudo começa com a vocação de
Daniel para os estudos e para os amores. Depois, através da pena genial do
escritor, temos numerosos episódios ora divertidos, ora dramáticos: namoros,
discussões, anedotas, passeios, uma desfolhada, alguns conflitos, doces reencontros.
Página a página, há um Portugal
colorido e vivíssimo que, ao ritmo apaixonado da leitura, nos entra olhos e
alma adentro. Nunca talvez o mundo rural foi tão humanamente contado e mostrado
como nos contos e, sobretudo, nos romances de Júlio Dinis.
Não por acaso, cerca de 35 anos
depois do roubo que acima recordei, eu defendi uma tese de doutoramento, na
área da Literatura Portuguesa – e chamei-lhe “Acção, Cenas e Personagens na Narrativa
Dinisiana: As Pupilas do Senhor Escritor”. Foi a minha forma de pagar aquela
dívida antiga.
Garantia: vale muito a pena ler
este romance. Não é só para quem goste da maravilhosa magia de uma boa
narrativa. É também, ainda, para quem (como eu) gosta da ideia – imaginária ou
real – de um mundo simples e belo, em que as pessoas vivem simplesmente,
formosamente, naturalmente. Como, lá bem no fundo, todos nós gostaríamos de
viver.
Arco de Baúlhe, 17 de maio de 2013.
Joaquim Jorge Carvalho
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Livro da Quinzena - O Cometa na Terra dos Mumins
Quando na floresta
começaram a aparecer desenhos misteriosos de uma estrela com cauda, o
Mumintroll viu que era uma aviso. Por isso partiu com o Sniff, procurando saber
se estava mesmo para chegar umj cometa que destruiria a Terra. Pelo caminho
tiveram grandes aventuras e conheceram pessoas muito interessantes. E o mundo
foi mesmo destruído?
terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos - Aquisição Bibliarco
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, de Luis Sepúlveda, é um livro sobre o verdadeiro valor da amizade, com preciosas ilustrações de Paulo Galindro. Baseado num episódio da vida de um dos filhos do autor, História de um gato e de um rato que se tornaram amigos é uma fábula que promete agradar a crianças e adultos, à semelhança de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, o seu livro mais conhecido em Portugal.
SINOPSE
Max vive em Munique com os seus pais e irmãos - e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Amigos desde a infância, quando Max cresce e decide mudar de casa, leva Mix consigo. Mix adora viver no novo apartamento. Mas quando Max começa a trabalhar e não pode estar tanto tempo em casa, Mix, que está a envelhecer e a perder a visão, sente-se cada vez mais sozinho.
Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si.
Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si.
O AUTOR
Informação retirada de:
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
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